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A Religião da Beleza de Kahlil Gibran
Beleza é aquilo que atrai a vossa alma, e aquilo que gostais de doar, ao invés de receber. Quando encontrais a beleza, as mãos do seu ser interior se estendem para trazê-la até ao domínio do vosso coração. Ela é um esplendor combinado com o sofrimento e a felicidade; é o Invisível que vedes, é o Vago que compreende, e o Mudo que ouve -; é o princípio supremo que começa em si e termina muito além da vossa imaginação terrestre. Estais confusos diante das muitas religiões que a humanidade adopta? Estais perdidos no vale das crenças que se contradizem umas às outras? Pensais que a liberdade da heresia é menos opressiva que o jogo da submissão, e a liberdade da discordância, mais segura que a fortaleza da concórdia? Se este for o caso, façam da Beleza a vossa religião e adorem-na como uma Divindade; porque ela é a obra visível, manifestada e perfeita de Deus.
Data: 16 Set 2022
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Da essência da morte de Diogo Castelão Sousa
Recentemente, numa entrevista, ao ser questionado sobre a morte e o seu significado, Sobrinho Simões, notável cientista professor, responde, por sua vez, de forma singular a esta milenária questão. Diz ele o seguinte: que, quando era estudante, e começara a realizar as suas primeiras autópsias, nada no seu ofício lhe pareceu indicar ou ‘sugerir’ a ideia de morte. Só anos mais tarde, quando seu pai falece, é que percebe e realiza a morte do ‘outro’. Porém, confessa-nos, a ideia de sua própria morte ainda se encontrava demasiado remota, para poder ser reconhecida como tal. Deste modo, por último, relata-nos, que só quando finalmente lhe nasce a primeira neta, é que percebe e realiza dentro de si a sua própria mortalidade. Ora, o que isto nos parece indicar, é que a percepção da morte é, sobretudo, psicológica, e que se pode definir em três momentos. Em primeiro lugar, o contacto com um ou mais corpos, fruto da experiência de vida, traz-nos e indicia de certo modo a ideia de ‘morte’, mas não absolutamente, uma vez que não está, na maioria dos casos, associada a uma realidade afetiva, sentimental, que interfira com esse primeiro momento. Nesse sentido, podemos atender muitos funerais, ouvir várias vezes relatos de falecidos e, ainda assim, a morte passar-nos ‘completamente ao lado’.
Data: 02 Mar 2022
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O Antakarana pode ser descrito como o Caminho, a Ponte, o Fio Condutor, através do qual a nossa mente inteligente nos leva a níveis mais altos de consciência e de percepção. É a Ponte entre o cérebro e a mente, e a nossa natureza interna, que muitos chamam de Alma. O Antakarana pode ser descrito como o Caminho, a Ponte, o Fio Condutor, através do qual a nossa mente inteligente nos leva a níveis mais altos de consciência e de percepção. É a Ponte entre o cérebro e a mente, e a nossa natureza interna, que muitos chamam de Alma. Em Sânscrito, Antakarana divide-se em “Antar”, que significa meio ou interior, e “Karana”, que significa a causa, instrumento. É, tecnicamente, usado para representar a ponte entre a mente superior e a inferior, sendo o instrumento que opera entre elas. Alice Bailey e muitos outros autores da filosofia Tibetana têm algum conhecimento de Antakarana, que poderemos encontrar em muitos livros.Eles descrevem o Antakarana, como fazendo parte da anatomia espiritual. Como sendo a ligação entre o cérebro físico e o Eu Superior. É, também, a ligação para os que desejam obter uma elevação espiritual. O símbolo de Antakarana, aqui descrito, representa esta ligação, e a activa na sua presença, onde quer que estejamos.
Data: 18 Out 2021
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“Escrevo porque tenho algo a transmitir. Tudo o que digo resulta de realizações internas, das minhas experiências pessoais de compreensões. E é isto que me leva a que chamo a minha missão: ajudar ao despertar espiritual de Portugal e dos portugueses” diz. A sua esperança é que, no dia em que vier Maitreya, o segundo Buddha, também haja no nosso país pessoas prontas a recebê-lo. “No Ocidente, encara-se muito a vinda de Maitreya como a segunda vinda de Cristo. Como se tratasse da mesma energia. No Oriente, contesta-se esta visão. A mim, sinceramente, nem me interessa isso: será algo acima de todos os rótulos”.
Data: 01 Jul 2020
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Shakuntala (Śakuntalā) de Abanindranath Tāgore
De todas as línguas do mundo o sânscrito foi sem dúvida a que produziu a mais abundante literatura. Dos poemas líricos, dois se destacam pela perfeição o Meghaduta e Śakuntalā ambos de Kālidāsa, que alcançou a maior popularidade tanto na literatura indiana, como na do ocidente. Kālidāsa, é assim considerado uma luz no firmamento literário do mundo. A riqueza da sua visão criadora, a sua percepção das belezas da natureza, aliada a uma melodiosa cadência métrica, é a combinação perfeita que colocam Śakuntalā, na vanguarda das obras líricas, pela suprema criatividade. Segundo a tradição indiana, Kālidāsa era um brâmane contemporâneo do rei Vikrama – Ādtya de Ujjayini por volta de 57 A.C. o qual teria protegido alguns literatos na sua corte. Embora seja incerta a data ou mesmo a era deste poderoso monarca protector das letras, situa no entanto a vida de Kālidāsa, havendo por isso limites entre 150 A.C. a 634 D.C.. É portanto, no século I A.C., que a tradição coloca Kālidāsa. Śakuntalā, a jóia indiana, em peça de teatro, começa por uma evocação à Divindade. Śakuntalā é o nome de uma jovem de 18 anos que foi criada na floresta, feliz no meio da natureza, educada por um sábio. Aqui, o saber é expresso nos diversos estados de alma de cada personagem, em diálogos que demonstram a espontaneidade não só dos sentimentos, como de uma fraternidade que comove pela pureza, que ainda hoje grande parte da humanidade não atingiu. A mística e espiritualidade fluindo pela boca dos participantes revela a grandiosidade do pensamento e da vivência quotidiana, assente na profunda filosofia e religiosidade da Índia. É de uma magia transcendente este excelente conto, que atinge delicadas nuances de universalidade.
Data: 13 Ago 2018
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